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quinta-feira, 21 de março de 2013
sábado, 27 de outubro de 2012
Sr Fausto Gandra
Nós te adoramos São
Martinho
Dia 11 de Novembro
Haja Paz Haja Alegria!
É dia de São Martinho
De ramboia e alegria!
II
São Martinho vem Prá rua
Nós te adoramos Santinho
Abre a pipa por favor
Abençoado seja o teu vinho!
III
Neste dia de folia
Tudo salta de contente
São Martinho vem pra dança
E anima a alma da gente!
IV
As
castanhas estão na mesa
E a jarra cheia de vinho
Vinde saborear rapazes
Esta dádiva do Santinho!
V
Ao dividires este vinho
Por este povo em geral
São Martinho tem cuidado
Que beber de mais faz mal!
VI
São Martinho nesta adega
Bebe bem mas não à toa
Podes perder-te Santinho
E Cristo não perdoa!
Fausto Gandra
sábado, 13 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Aldeia dos Sonhos
Ao
redor da minha aldeia
Brilham as
urzes do monte
Ouvem-se os
cânticos das aves
Jorra a agua
da bela fonte!
Nascem os
cereais no campo
Orgulho para
o lavrador
Fadigas de
uma canseira
Benções dadas
pelo senhor!
A noite ao
fim da trindade
Vê-se ao longe o sol por
Todos vão
orar a ermida
Agradecer ao redentor
O povo todo cantava
Cânticos de
amor com saudade
Jesus na
ermida escutava
Nos doces
sons das trindades
Canseiras
desta gente
Que
labuta nesta aldeia
Para que não falte
alimento
E abunde na mesa a ceia !
São as
canseiras da vida
Do dia a dia
que passa
Com gratidão
e fadiga
Mostrando
talento e raça!
Domingo a
hora da missa
Tocam os
sinos na ermida
Para
agradecer ao senhor
As benções da
vida!
Lembrança da data festiva de natal
Deste bom Amigo,
Fausto Gandra Nogueira
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Poemas sobre a Infância
As
crianças
As brincadeiras
Brinco
eu e a minha amada
E
o menino impertinente
Brinca
também a criada
Brinca
tudo minha gente!
Quando
era “frango” novo
Comia
o milho na mão
Agora
que sou galo velho
Ando
de bico no chão.
Quando
era pequeno
Era
tudo muito bom
Meninas
com bonecas
Meninos
com o pião.
Amigos
são todos eles
Como ave de arribação
Se
faz bom tempo eles vêm
Se
faz mau tempo eles vão.
José Francisco Oliveira
Crianças
Quando somos crianças
Gostamos sempre de
brincar
Importante etapa da vida
Para mais tarde recordar.
Maria Teresa Ferreira
Infância
Brincava muito aos
cowboys
E aos jogos de futebol
Por vezes ficava triste
Quando não havia um dia
de sol
Sebastião Carvalho
Fantasia
Quando eu era pequenina
Não gostava de chupetas
Brincava com bonecas
E riscava com as canetas.
Lucília Pereira
Sem tempo para brincar
Quando eu era criança
Não tive tempo para
brincar
Porque desde muito cedo
Comecei a trabalhar
José Emídio
Afectos
Gosto muito de crianças
Albertina Moreira
Letra da Música Imperdoável de Jorge Palma:
Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar
Tive dois reis na mão
E não gostei
Vi catedrais no céu
Não as visitei
Vi carrosséis no mar
Mas não mergulhei
Imperdoável é o que abandonei
Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver
Imperdoável é dispensar a razão
Imperdoável é pisar quem está no chão
Imperdoável é esquecer quem bem nos quer
Imperdoável é não sobreviver
Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver
Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar
Não perdoar
Não perdoar
Não perdoar
Etiquetas:
Poesia
Local:
Porto, Portugal
quinta-feira, 3 de maio de 2012
QUADRAS SOLTAS
Saudades quem as não tem?
Eu tenho a alma cheiinha
Hoje eu tenho saudades
De tempo que não as tinha
Quando eu era frango novo
Comia milho na mão
Ando de bico no chão
A humilde violeta
Disse um, dia á
bela rosa
Por te fazerem rainha
Não sejas orgulhosa
Eu sou SOL tu és sombra
Qual de nós será mais firme?
Eu como SOL a buscar-te
E tu como
sombra a fugir ?
Porto,3 de Maio de 2012
José
Francisco Oliveira.
A Família
Faz quatro na vida
Dos quatro fez três, a morte
Por uma folha caída
Perdido
o Trevo da sorte
Era uma Santa
Por quem sempre chorarei
Um amor igual ao dela
Nunca mais encontrarei.
Filhos, o amor de Pais
É mais profundo
Ventura para quem os tem vivos
Tristeza para quem nunca os conheceu
Saudade para quem os teve e os perdeu.
Sou homem
Tu és mulher
Qual de nós será mais firme
Eu como homem a buscar-te
Tu como mulher a fugir-me.
Porto, 30 de Abril de 2012
José Francisco Oliveira
terça-feira, 10 de abril de 2012
Chegou a Primavera
A Primavera da vida
É bonita de viver
É como sol quando brilha
Que faz a alma aquecer!
José Francisco Oliveira
De Manhã quando acordei
Senti que a Primavera Chegava
Abri a janela de par em par
Toda a natureza brilhava!
Feliciana Amaro
Primavera pequenina
Agora começa a nascer
É como o sol quando brilha
Põe todo o mundo a viver!
Sebastião Carvalho
A Primavera da vida
É difícil de entender
Para uns o sol brilha
Para outros é só sofrer!
José Francisco Oliveira
Quando eu era frango novo
Comia o milho na mão
Agora sou galo velho
Ando de bico no chão!
José Francisco Oliveira
De nós dois, fez quatro a vida
Dos quatro, fez três a morte
Por uma folha caída
Perdi o trevo da sorte!
José Francisco Oliveira
É bonita de viver
É como sol quando brilha
Que faz a alma aquecer!
José Francisco Oliveira
De Manhã quando acordei
Senti que a Primavera Chegava
Abri a janela de par em par
Toda a natureza brilhava!
Feliciana Amaro
Primavera pequenina
Agora começa a nascer
É como o sol quando brilha
Põe todo o mundo a viver!
Sebastião Carvalho
A Primavera da vida
É difícil de entender
Para uns o sol brilha
Para outros é só sofrer!
José Francisco Oliveira
Quando eu era frango novo
Comia o milho na mão
Agora sou galo velho
Ando de bico no chão!
José Francisco Oliveira
De nós dois, fez quatro a vida
Dos quatro, fez três a morte
Por uma folha caída
Perdi o trevo da sorte!
José Francisco Oliveira
terça-feira, 3 de abril de 2012
Primavera - The Gift
Primavera
The Gift
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só
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