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sábado, 27 de outubro de 2012

Sr Fausto Gandra


Nós te adoramos São Martinho


Dia 11 de Novembro
Haja Paz Haja Alegria!
É dia de São Martinho
De ramboia e alegria!
II
São Martinho vem Prá rua
Nós te adoramos Santinho
Abre a pipa por favor
Abençoado seja o teu vinho!
III
Neste dia de folia
Tudo salta de contente
São Martinho vem pra  dança
E anima a alma da gente!
              IV
As castanhas estão na mesa
E a jarra cheia de vinho
Vinde saborear rapazes
Esta dádiva do Santinho!
V
Ao dividires este vinho
Por este povo em geral
São Martinho tem cuidado
Que beber de mais faz mal!
VI
São Martinho nesta adega
Bebe bem mas não à toa
Podes perder-te Santinho
E Cristo não perdoa!


Fausto Gandra

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Aldeia dos Sonhos


Ao redor da minha aldeia
Brilham as urzes do monte
Ouvem-se os cânticos das aves
Jorra a agua da bela fonte!

Nascem os cereais no campo
Orgulho para o lavrador
Fadigas de uma canseira
Benções dadas pelo senhor!

A noite ao fim da trindade
Vê-se  ao longe o sol por
Todos vão orar a  ermida
Agradecer  ao redentor 

O povo  todo cantava
Cânticos de amor com saudade   
Jesus na ermida escutava
Nos doces sons das trindades

Canseiras desta gente
Que labuta  nesta aldeia
Para que não falte alimento
E  abunde na mesa a  ceia !

São as canseiras da vida
Do dia a dia que passa
Com gratidão e fadiga
Mostrando talento e raça!

Domingo a hora da missa
Tocam os sinos na ermida
Para agradecer ao senhor
As benções da vida!

Lembrança da data festiva de natal
Deste bom Amigo,

Fausto Gandra Nogueira

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Poemas sobre a Infância


As crianças

As brincadeiras

Brinco eu e a minha amada
E o menino impertinente
Brinca também a criada
Brinca tudo minha gente!

Quando era “frango” novo
Comia o milho na mão
Agora que sou galo velho
Ando de bico no chão.

Quando era pequeno
Era tudo muito bom
Meninas com bonecas
Meninos com o pião.

Amigos são todos eles
Como  ave de arribação
Se faz bom tempo eles vêm
Se faz mau tempo eles vão.

José Francisco Oliveira


Crianças

Quando somos crianças
Gostamos sempre de brincar
Importante etapa da vida
Para mais tarde recordar.

Maria Teresa Ferreira


Infância

Brincava muito aos cowboys
E aos jogos de futebol
Por vezes ficava triste
Quando não havia um dia de sol

Sebastião Carvalho

Fantasia

Quando eu era pequenina
Não gostava de chupetas
Brincava com bonecas
E riscava com as canetas.

Lucília Pereira

Sem tempo para brincar

Quando eu era criança
Não tive tempo para brincar
Porque desde muito cedo
Comecei a trabalhar

José Emídio

 Afectos

Gosto muito de crianças

Albertina Moreira







Letra da Música Imperdoável de Jorge Palma:



Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar

Tive dois reis na mão
E não gostei
Vi catedrais no céu
Não as visitei
Vi carrosséis no mar
Mas não mergulhei
Imperdoável é o que abandonei

Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver

Imperdoável é dispensar a razão
Imperdoável é pisar quem está no chão
Imperdoável é esquecer quem bem nos quer
Imperdoável é não sobreviver

Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver

Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar

Não perdoar
Não perdoar
Não perdoar

quinta-feira, 3 de maio de 2012


QUADRAS SOLTAS



Saudades quem as não tem?

Eu tenho a alma cheiinha

Hoje eu tenho saudades

De tempo que não as tinha


Quando eu era frango novo

Comia milho na mão

Agora sou galo velho

Ando de bico no chão


A humilde violeta

Disse um, dia á  bela rosa

Por te fazerem rainha

Não sejas orgulhosa


Eu sou SOL tu és sombra 

Qual de nós será mais firme?

Eu como SOL a buscar-te

E  tu como sombra  a fugir ?


Porto,3 de Maio de 2012
José  Francisco Oliveira.

JOGRAL




O Trabalho


Eu trabalhei toda a vida
Com muito gosto e amor
Fiz tudo quanto podia
Para ajudar com todo o fervor



O trabalho e o amor foi a nossa paixão
Podemos hoje descansar o nosso coração



Porto, 30 de Abril de 2012

Patrocínio , Lucília.







A Família



De nós dois
Faz quatro na vida
Dos quatro fez três, a morte
Por uma folha caída
Perdido o Trevo da sorte


Minha Mãe
Era uma Santa
Por quem sempre chorarei
Um amor igual ao dela
Nunca mais encontrarei.


Filhos, o amor de Pais
É mais profundo
Ventura para quem os tem vivos
Tristeza para quem nunca os conheceu
Saudade para quem os teve e os perdeu.


Sou homem
Tu és mulher
Qual de nós será mais firme
Eu como homem a buscar-te
Tu como mulher a fugir-me.




Porto, 30 de Abril de 2012
José Francisco Oliveira

terça-feira, 10 de abril de 2012

Chegou a Primavera

A Primavera da vida
É bonita de viver
É como sol quando brilha
Que faz a alma aquecer!  

José Francisco Oliveira

De Manhã quando acordei
Senti que a Primavera Chegava
Abri a janela de par em par
Toda a natureza brilhava! 

Feliciana Amaro

Primavera pequenina
Agora começa a nascer
É como o sol quando brilha
Põe todo o mundo a viver!  

Sebastião Carvalho

A Primavera da vida
É difícil de entender
Para uns o sol brilha
Para outros é só sofrer!

José Francisco Oliveira

Quando eu era frango novo
Comia o milho na mão
Agora sou galo velho
Ando de bico no chão! 

José Francisco Oliveira

De nós dois, fez quatro a vida
Dos quatro, fez três a morte
Por uma folha caída
Perdi  o trevo da sorte! 

José Francisco Oliveira

terça-feira, 3 de abril de 2012

Primavera - The Gift

Primavera

The Gift

Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só