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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Passeio a Fátima em 2013-10-15

Passeio a Fátima 
em 2013-10-15
Com a perspetiva de bom tempo em Fátima, saímos do Porto pelas 8 horas debaixo de chuvada. Com o decorrer da viagem e como nos deslocávamos para sul, o tempo foi dando tréguas e já a meio da viagem, o clima estava com uns aprazíveis 21ºc e pausa na viagem que isto de estar sentado dá fome.
Chegamos a Fátima com o carrilhão a tocar Ave-Maria das 12 horas, ao mesmo tempo iniciava-se a Missa. O ar fazia transparecer uma carga de lamento, devoção e muita Fé – é sem margem de duvida lugar único na terra e na celebração do ”Milagre do sol”, reza a história que os peregrinos demandavam o lugar todos os dia treze na prespetiva que Nossa Senhor fizesse nova aparição.
 Na sua espera os peregrinos assistiram a uma chuvada monumental, que num ápice se transformou num dia radiante de céu azul e um sol esplendoroso e oscilante, isso mesmo, existem imensos relatos de pessoas que dizem ter visto o nosso astro Rei, o Sol, oscilar no Céu. Histeria coletiva, alucinação de massas, … seja lá o terá acontecido nesse dia… hoje celebra-se a 13 de Outubro o ”Milagre do sol”.
Com o fim da missa o grupo reagrupou-se nos transportes em direção ao parque das merendas onde nos esperava o repasto composto por acepipes (boroa e chouriço) salada mista, filetes de pescada acompanhado com arroz de legumes, melão para sobremesa e um toque especial de uma bolachinha acompanhar o café!
Chegado o momento porque a grande parte do grupo esperava, as compras, lá fomos nós trocar os tostões por símbolos da cristandade e não só, até á horas de tirarmos os lenços brancos para fazer o aceno a Fátima. MUITO SAUDOSO!
A 100 Kms do Porto nova paragem para o lanche e outras coisas que o corpo costuma pedir.


O Sol já nos tinha privado da sua companhia quando chegamos ao Porto.     

sábado, 4 de maio de 2013

Dia Mundial da Dança

Dia Mundial da Dança no Lar Monte dos Burgos


No dia Mundial da dança os residentes do Lar Monte dos Burgos receberam a visita dos alunos do Escola Secundaria Alexandre Herculano, com uma oferta de luxo,  apresentação coreográfica da dança ao longo dos tempos que incluiu a representação cénica de danças do nosso riquíssimo Folclore: “Agua leva o regador”, “Ò Laurindinha”… e de danças dos séculos treze e dezassete.
Contamos com a presença da Prof. Susana Coimbra da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, investigadora a área da Solidariedade Intergeracional, acompanhada por duas doutorandas da referida faculdade, que muito nos honrou. Um grupo de residentes conjuntamente com dois estagiários da Escola Perpétuo Socorro cantara uma rapsódia do cancioneiro popular Português. O lanche foi servido, para recarregar baterias, continuando o convívio em união total e com a batuta do nosso DJ Sr. Navio. Quem pensaria que estas festas inter-geracionais Promovida pela Drª Maria Cabral terminariam com avassaladora participação. É com emoção que recordo, os residentes, dançar músicas com ritmos fortes e atuais.
Filipe de Sousa 







sexta-feira, 26 de abril de 2013

Ponte de Lima




Por Ponte de Lima à descoberta do Arroz de sarrabulho.
Corria o dia de 19 de Abril de 2013. 9,30 Horas, Partida do Lar Monte dos Burgos, de passeio tendo como ponto central da viagem o restaurante Monte da Nó em Ponte de Lima sendo visível a igreja em honra à Senhora da Boa Morte.
A manhã fresca mas pintada de azul suave antevia uma tarde agradável. As acompanhantes na excursão foram a Drª Maria Cabral e Drª Mónica movimentavam-se com a frescura da juventude para que nada faltasse á viagem, sim que isto de participar num passeio com um grupo de 20 pessoas bem dispostas tem os seus quês e porquês.
Pela janela, como que de filme se trata-se, aparece como uma paisagem salpicada de mil cores como querendo dizer: Tudo se renova e até da terra negra e sombria, desponta flores delicadas, com uma força afirmativa em todas as cores, que nos enche os olhos e pacifica-nos a alma. ...
Chegados a Ponte de Lima, no sentido do Monte da Boa Morte, dirigimo-nos ao largo da Igreja erigida em honra de Nossa Senhora da Boa Morte, fomos esticar as pernas até ao interior da igreja, aparentando um altar fora do comum dos altares, apresentando a Santa prostrada no altar principal.
Já no Restaurante Monte da Nó, o arroz de Sarrabulho foi servido acompanhado de vinho verde da região, aos olhos estava de encantar, o cheiro soberbo, o paladar de estalar a língua, assentou muito bem no estômago do qual produziu agradável sensação na cabeça. 
E foi com essa agradável sensação na cabeça que preparamos o regresso. Certificados que não faltava ninguém, assim partimos.
Em direção á pérola do Lima, que o é a cidade de Viana do Castelo. Continuamos a desfrutar da soberba paisagem que foi rodando á nossa frente com o verde na sua multiplicidade de tons salpicada de cores indescritíveis.
O convívio no interior do habitáculo do autocarro foi bastante divertido e aprazível, conversou-se cantou-se e riu-se. À volta da máquina fotográfica histórias insuspeitas foram reveladas criou-se uma atmosfera de ameno convívio.
A subida ao monte de Santa Luzia, saboreando curvas e contra curvas deslumbra-se o mar em toda a sua dimensão recortando a costa e do beijo com o rio Lima cria uma foz de beleza impar. Virando para o outro lado aparece em toda a sua imponência a Igreja dedicada a Santa Luzia. Rodando as vistas deslumbra-nos a planície cultivada de mil produtos.
A viagem de regresso foi ocupada com histórias e gargalhadas e com o trago amargo de o fim ter chegado.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O Crico


                              

                                Uma saída ao circo

A nossa viagem atingia o seu objetivo, os néones anunciavam o espetáculo ” Monumental Circo de Natal”. Diante da entrada a azáfama era grande devida à inquietude das crianças e o ato corretivo dos adultos. E ai estávamos nós sentados e prontos para digerir o espetáculo que começou com uma bailarina voadora com os seus movimento cadenciados conseguiu arrebatar do público suspiros de inquietude e aplausos e num ato continuo precederam a entrada da trupe de Três Mágicos Portugueses, no meio de fogo e fumos fizeram desaparecer tigres e no seu lugar aparecer uma bela mulher. Receberam tão grande ovação que se prolongou até à entrada do número seguinte, um trio de patinadores sendo um homem de duas mulheres numa pista redonda, evoluíram em rotações, piruetas, enfim um sem número de movimentos estonteantes que agarraram o público e assim ficou porque de seguida os “Òs” e os “Ais” continuaram com os saltadores de cama elástica. Foi anunciado o intervalo sem antes ser distribuído um lanche para repor energias porque de seguida as iríamos gastar com o duo de artistas que comandava quatro focas cheias de atitude e maleabilidade para dominar com o nariz variados objetos. A magia do circo trouxe á cena um par de cowboys com uma mestria invulgar no manejo do chicote e do laço bem como o número seguinte no manejo de massas e tochas. Para o fim ficaram os palhaços com uma bela palhaça rica e dois desengonçados palhaços pobres que a pretexto de uma carta vinda do exército, os convocava para o serviço militar. No meio de mal entendidos, trocadilhos e traquinices fizeram o público, com muitas palmas e gargalhadas, se aquecesse naquela tarde fria de Dezembro. Ao chegarmos ao Lar vi a cara de satisfação da Drª Isaura (diretora do Lar) pela nossa saída ao Coliseu do Porto ter corrido muito bem com a organização a cargo da Drª Maria da Luz. 

Filipe de Sousa     



sábado, 10 de novembro de 2012

O Dia de São Martinho


O Dia de São Martinho

Como programado realizou-se no dia 9 de Novembro de 2012 a festa de São Martinho. Como manda a lenda fomos agraciados com um óptimo dia de sol e temperatura amena. Cumpriu-se  o verão de São Martinho.
Ao almoço foi servido Papas de sarrabulho e rojões à minhota com o lanche castanhas com gerupiga seguido dos cânticos do Coro do CCD interpretando:
Menina estás à janela
Rosa de Alexandria
Laranja Limão
Hino da Alegria
Após o publico ovacionar e pedir BIS. O coro dirigido pelo Professor Tiago Ferreira interpretou o Hino do CCD.
Seguidamente e no entusiasmo da festa continuamos a animação com um envergonhado mas participado baile de S. Martinho. Onde as pessoas não se cansaram de bailar e cantar, tal foi o regozijo que com a solicitação dos participantes os funcionários aderiram ao bailarico.
Foi mais tarde bem passada…

Filipe de Sousa

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Surpreendente

Surpreendente...

Foi uma surpresa para os participante da visita, o facto do vinho Casal Garcia ser um produto da quinta da Aveleda. Um dos vinhos verdes mais vendido no mundo, que promove admiração aos visitantes pelo desconhecimento deste facto.

Quinta da Aveleda


Reportagem à Quinta da Aveleda
Sentia-se um frio a tocar os ossos, de face cinza escuros e chuva copiosa. Foi assim que o dia 8 de Novembro de 2012 se apresentou.
O grupo liderado pela Drª Maria da Luz e coadjuvada com as professoras Adozinda Almeida e Emília  Carita e 15 animados residentes do lar.
O Sr. José Luís motorista de serviço acomodou-nos na carrinha e lá fomos nós com o destino quinta da Aveleda situada entre o rio Douro e o rio Minho.
A morna temperatura da carrinha criava a ilusão de segurança no meio da tempestade e assim chegados à quinta da Aveleda foi-mos proposto a visualização de um filme referente à empresa familiar seguido de uma prova de vinhos e queijos.
Com os romanos fora pela primeira vez plantada vinha no nosso Portugal. Na tradição Germano-Celta as mulheres que previam o futuro eram apelidadas de Velledas. Esta terá sido a morada de uma dessas tais profetisas. O encanto deste lugar tem sido mantido pela mesma família desde há séculos. O nome Aveleda define-se por; nosso vinho, nosso amor, nossa vida. É uma das mais importantes empresas do sector vitivinícola do nosso Pais e detentora das marcas: Casal Garcia, quinta da Aveleda, Aveleda Fonte, Charamba Douro, Aveleda Follies e a Bagaceira Adega Velha nos vinhos e queijos que nos foi dado a provar numa salas de acolhimento a todos os sentidos. Ao passar a sala salta á vista a grande lareira com o lenho a crepitar com uma onda de calor, transformando o ambiente agreste do dia num aconchego difícil de abandonar, acompanhado por queijos de várias curas, bolachas e vinho maduro da marca Charanga (vinho de forte paladar a terra e aromas frutuosos) rematado com a bela da castanha em celebração do dia de São Martinho Padroeiro da região. Os vários objetos, meticulosamente, dispersos pela sala como a espreguiçadeira, os bancos, enfim um regalo para a vista, para as memórias e conversas dos visitantes o dia chega ao fim com a promessa de voltar na primavera para poder-mos apreciar os espaços exteriores.

Filipe de Sousa


Palestra sobre Habilidades sociais



 desenho da professora Manuela Carneiro.



Palestra sobre Habilidades Sociais 

Realizou-se no dia 8 de Novembro uma palestra sobre o tema Habilidades Sociais  e Assertividade  na sala nobre do Lar Monte dos Burgos sob a organização da Drª Maria da Luz tendo palestrado a Drª Ana Carolina Bráz da Universidade Federal de São Carlos, São Paulo no Brasil.
A palestra teve inicio ás 10 horas com a apresentação do tema a Assertividade em contraponto com os outros tipos de comportamento que poderemos ter com os outros nas várias facetas das nossas vidas: O comportamento agressivo ou passivo.
O que ganhamos com o ser assertivos e como podemos desenvolver uma vida mais sã com tal comportamento.
Foram dados vários exemplos de comportamentos face a circunstancias das nossas vida,( as vivências) e como nos poderemos sair melhor dependendo da atitude que possamos tomar. O tema foi amplamente discutido pela assembleia e a partilha de ideias frutifica.

Filipe de Sousa      

sábado, 27 de outubro de 2012

Encontro entre gerações


Encontro entre gerações

Vários utentes do Lar Monte dos Burgos no dia 18 de Outubro de 2012 foram ao encontro entre gerações na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto com jovens do liceu de Alexandre Herculano alguns professores.

 Onde debateram vários assuntos;
As diversas histórias de vida,
O processo de envelhecimento,
A forma como vivemos as nossas vidas,
O diálogo de perspetiva entre gerações (jovens e seniores).

O confronto das representações dos contextos de cada um dos participantes, bem como a importância da experiência da coordenadora do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações, Dr. ª Joaquina Madeira muito nos elucidaram sobre a importância do significado em termos nacionais e internacionais sobre o envelhecimento. É nosso desejo, e ficou prometido voltar a reunir para novas reflexões dado que como foi salientado por todos este encontro demonstrou-se de interesse máximo para todos.

Francisco Oliveira

As cinco coisas de que as pessoas mais se arrependem antes de morrer



As cinco coisas de que as pessoas mais se arrependem antes de morrer


Bronnie Ware é uma enfermeira australiana que durante vários anos trabalhou numa unidade de cuidados paliativos para doentes terminais. No seu blog –Inspiration and Chai– compilou as cinco coisas que as pessoas à beira do fim mais se arrependem de não ter feito.
Ware afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua mortalidade» e que cada indivíduo passa por uma «grande variedade de emoções», «negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, eventualmente, aceitação».
Quando questionados sobre o que gostariam de ter feito de forma diferente em vida, os pacientes repetiam frequentementeos temas. Essas respostas foram compiladas e deram origem ao livro 'The Top Five Regrets of The Dying'.
Aqui fica um resumo dos principais arrependimentos das pessoas no leito de morte, tais como foram testemunhados por Bronnie Ware.

Quem me dera ter tido a coragem de viver de acordo com as minhas convicções e não de acordo com as expectativas dos outros.
«Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas se apercebem de que a sua vida esta a chegar ao fim e olham para trás, percebem quantos sonhos ficaram por realizar. (…) A saúde traz consigo uma liberdade de que poucos se apercebem que têm, até a perderem».

Quem me dera não ter trabalhado tanto.
«Este era um arrependimento comum em todos meus pacientes masculinos. Arrependiam-se de terem perdido a infância dos filhos e de não terem desfrutado da companhia das pessoas queridas. (…) Todas as pessoas que tratei se arrependiam de terem passado muita da sua existência nos ‘meandros’ do trabalho».

Quem me dera ter tido coragem de expressar os meus sentimentos.
«Muitas pessoas suprimiram os seus sentimentos, para se manterem em paz com as outras pessoas. Como resultado disso, acostumaram-se a uma existência medíocre e nunca se transformaram nas pessoas que podiam ter sido. Muitos desenvolveram doenças cujas causas foram a amargura e ressentimento que carregavam como resultado dessa forma de viver».

Quem me dera ter mantido contacto com os meus amigos.«Muitas vezes as pessoas só se apercebem dos benefícios de ter velhos amigos quando estão perto da morte e já é impossível voltar a encontrá-los. (…) Muitos ficam profundamente amargurados por não terem dedicado às amizades o tempo e esforço que mereciam. Todos sentiam a falta dos amigos quando estavam às portas da morte».

Quem me dera ter-me permitido ser feliz.
«Muitos só perceberam no fim que a felicidade era uma escolha. Mantiveram-se presos a velhos padrões e hábitos antigos. (…) O medo da mudança fê-los passarem a vida a fingirem aos outros e a si mesmos serem felizes, quando, bem lá no fundo, tinham dificuldade em rir como deve ser».

Encontros Intergerações


Intergerações

 Na quinta – feira, dia 18 de Outubro de 2012, fiz-me presente na sala 256 da Faculdade de Psicologia e da ciência da Educação. A mesa como coordenadoras da palestra estava Dr.ª Joaquina Madeira, Prof. Dr.ª Teresa Medina, e a mestranda Dr. ª Maria Cabral. A juventude representada pelo liceu Nacional de Alexandre Herculano, noutro sector o Lar Monte dos Burgos.
O encontro teve como sessão inicial os seguintes oradores: o diretor da faculdade de psicologia e de Ciências da Educação Prof. Dr. José Alberto correia e a Coordenadora do Ano Europeu Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações Dr.ª Joaquina Madeira; Apresentando dados sobre as diversas gerações com os seguintes resultados. Redução da natalidade, a aumento da taxa de tempo normal de vida para os 65 anos o efetivo na terceira idade é maior que dos jovens. O trabalho apresentado como o trabalhar até o resto da vida ou a reforma antecipada. 
Passeando pelos seguintes temas como o desencontro das gerações desta sociedade individualista presente e o enfoque e endeusamento das gerações jovens a super protecção as crianças dando o exemplo de já haver no mercado capacetes de protecção para crianças em fase de aprendizagem da marcha, apelando por isso ao encontro de gerações e a sua complementaridade.
Foram também apresentados vários programas já existentes no terreno de interacção entre gerações. Aconteceu em continuo a interpretação do nosso cancioneiro “Ò Rama” interpretado por Prof. Indalécio Paiva. Teve patente pelas paredes do espaço uma mostra de pinturas de vários quadrantes geracionais apresentado pela professora Manuela Carneiro.
Vivemos em crise por rejeitar uns e endeusar outros, com um código laboral (industrial) desadequada à nossa realidade de sociedade da informação. As máquinas libertaram-nos dos trabalhos pesados e da mão-de-obra intensiva. O Sr. Fausto Gandra citou poema de sua autoria e relativo ao tema com assertiva dicção bem como a Sª D. Maria Lurdes Anjos que levou a sala ao rubro com a sua métrica de plena melodia e recheada com poemas de sua autoria.
Antes do lanche e do encerramento da secção o debate foi aberto e a participação massiva. Caminhando todas as intervenções para um ponto convergente o dos malefícios de uma sociedade individualista e do estar só no meio da multidão.

Filipe de Sousa -sousa.50@hotmail.com-