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terça-feira, 12 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Passeio a Fátima em 2013-10-15
Passeio a Fátima
em 2013-10-15
Com a perspetiva de bom tempo em
Fátima, saímos do Porto pelas 8 horas debaixo de chuvada. Com o decorrer da
viagem e como nos deslocávamos para sul, o tempo foi dando tréguas e já a meio
da viagem, o clima estava com uns aprazíveis 21ºc e pausa na viagem que isto de
estar sentado dá fome.
Chegamos a
Fátima com o carrilhão a tocar Ave-Maria das 12 horas, ao mesmo tempo
iniciava-se a Missa. O ar fazia transparecer uma carga de lamento, devoção e
muita Fé – é sem margem de duvida lugar único na terra e na celebração do
”Milagre do sol”, reza a história que os peregrinos demandavam o lugar todos os
dia treze na prespetiva que Nossa Senhor fizesse nova aparição.
Na sua espera os peregrinos assistiram a uma chuvada
monumental, que num ápice se transformou num dia radiante de céu azul e um sol
esplendoroso e oscilante, isso mesmo, existem imensos relatos de pessoas que
dizem ter visto o nosso astro Rei, o Sol, oscilar no Céu. Histeria coletiva,
alucinação de massas, … seja lá o terá acontecido nesse dia… hoje celebra-se a
13 de Outubro o ”Milagre do sol”.
Com o fim da
missa o grupo reagrupou-se nos transportes em direção ao parque das merendas
onde nos esperava o repasto composto por acepipes (boroa e chouriço) salada
mista, filetes de pescada acompanhado com arroz de legumes, melão para
sobremesa e um toque especial de uma bolachinha acompanhar o café!
Chegado o
momento porque a grande parte do grupo esperava, as compras, lá fomos nós
trocar os tostões por símbolos da cristandade e não só, até á horas de tirarmos
os lenços brancos para fazer o aceno a Fátima. MUITO SAUDOSO!
A 100 Kms do Porto nova paragem
para o lanche e outras coisas que o corpo costuma pedir.
O Sol já nos tinha privado da sua
companhia quando chegamos ao Porto.
sábado, 4 de maio de 2013
Dia Mundial da Dança
Dia Mundial da Dança no Lar Monte dos
Burgos
No dia Mundial da dança os residentes do Lar Monte dos Burgos
receberam a visita dos alunos do Escola Secundaria Alexandre Herculano, com uma
oferta de luxo, apresentação
coreográfica da dança ao longo dos tempos que incluiu a representação cénica de
danças do nosso riquíssimo Folclore: “Agua leva o regador”, “Ò Laurindinha”… e
de danças dos séculos treze e dezassete.
Contamos com a presença da Prof. Susana Coimbra da Faculdade
de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, investigadora
a área da Solidariedade Intergeracional, acompanhada por duas doutorandas da
referida faculdade, que muito nos honrou. Um grupo de residentes conjuntamente
com dois estagiários da Escola Perpétuo Socorro cantara uma rapsódia do
cancioneiro popular Português. O lanche foi servido, para recarregar baterias,
continuando o convívio em união total e com a batuta do nosso DJ Sr. Navio.
Quem pensaria que estas festas inter-geracionais Promovida pela Drª Maria
Cabral terminariam com avassaladora participação. É com emoção que recordo, os
residentes, dançar músicas com ritmos fortes e atuais.
Filipe de Sousa
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Ponte de Lima
Por Ponte de Lima à descoberta do Arroz de sarrabulho.
Corria
o dia de 19 de Abril de 2013. 9,30 Horas, Partida do Lar Monte dos Burgos, de
passeio tendo como ponto central da viagem o restaurante Monte da Nó em Ponte
de Lima sendo visível a igreja em honra à Senhora da Boa Morte.
A
manhã fresca mas pintada de azul suave antevia uma tarde agradável. As acompanhantes
na excursão foram a Drª Maria Cabral e Drª Mónica movimentavam-se com a
frescura da juventude para que nada faltasse á viagem, sim que isto de participar
num passeio com um grupo de 20 pessoas bem dispostas tem os seus quês e
porquês.
Pela
janela, como que de filme se trata-se, aparece como uma paisagem salpicada de
mil cores como querendo dizer: Tudo se renova e até da terra negra e sombria,
desponta flores delicadas, com uma força afirmativa em todas as cores, que nos
enche os olhos e pacifica-nos a alma. ...
Chegados
a Ponte de Lima, no sentido do Monte da Boa Morte, dirigimo-nos ao largo da
Igreja erigida em honra de Nossa Senhora da Boa Morte, fomos esticar as pernas
até ao interior da igreja, aparentando um altar fora do comum dos altares,
apresentando a Santa prostrada no altar principal.
Já no
Restaurante Monte da Nó, o arroz de Sarrabulho foi servido acompanhado de vinho
verde da região, aos olhos estava de encantar, o cheiro soberbo, o paladar de
estalar a língua, assentou muito bem no estômago do qual produziu agradável
sensação na cabeça.
E foi
com essa agradável sensação na cabeça que preparamos o regresso. Certificados
que não faltava ninguém, assim partimos.
Em
direção á pérola do Lima, que o é a cidade de Viana do Castelo. Continuamos a
desfrutar da soberba paisagem que foi rodando á nossa frente com o verde na sua
multiplicidade de tons salpicada de cores indescritíveis.
O
convívio no interior do habitáculo do autocarro foi bastante divertido e
aprazível, conversou-se cantou-se e riu-se. À volta da máquina fotográfica
histórias insuspeitas foram reveladas criou-se uma atmosfera de ameno convívio.
A
subida ao monte de Santa Luzia, saboreando curvas e contra curvas deslumbra-se
o mar em toda a sua dimensão recortando a costa e do beijo com o rio Lima cria
uma foz de beleza impar. Virando para o outro lado aparece em toda a sua
imponência a Igreja dedicada a Santa Luzia. Rodando as vistas deslumbra-nos a
planície cultivada de mil produtos.
A
viagem de regresso foi ocupada com histórias e gargalhadas e com o trago amargo
de o fim ter chegado.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
O Crico
Uma saída ao circo
A
nossa viagem atingia o seu objetivo, os néones anunciavam o espetáculo ”
Monumental Circo de Natal”. Diante da entrada a azáfama era grande devida à
inquietude das crianças e o ato corretivo dos adultos. E ai estávamos nós sentados
e prontos para digerir o espetáculo que começou com uma bailarina voadora com os
seus movimento cadenciados conseguiu arrebatar do público suspiros de
inquietude e aplausos e num ato continuo precederam a entrada da trupe de Três
Mágicos Portugueses, no meio de fogo e fumos fizeram desaparecer tigres e no
seu lugar aparecer uma bela mulher. Receberam tão grande ovação que se
prolongou até à entrada do número seguinte, um trio de patinadores sendo um
homem de duas mulheres numa pista redonda, evoluíram em rotações, piruetas,
enfim um sem número de movimentos estonteantes que agarraram o público e assim
ficou porque de seguida os “Òs” e os “Ais” continuaram com os saltadores de
cama elástica. Foi anunciado o intervalo sem antes ser distribuído um lanche
para repor energias porque de seguida as iríamos gastar com o duo de artistas
que comandava quatro focas cheias de atitude e maleabilidade para dominar com o
nariz variados objetos. A magia do circo trouxe á cena um par de cowboys com
uma mestria invulgar no manejo do chicote e do laço bem como o número seguinte
no manejo de massas e tochas. Para o fim ficaram os palhaços com uma bela
palhaça rica e dois desengonçados palhaços pobres que a pretexto de uma carta
vinda do exército, os convocava para o serviço militar. No meio de mal entendidos,
trocadilhos e traquinices fizeram o público, com muitas palmas e gargalhadas,
se aquecesse naquela tarde fria de Dezembro. Ao chegarmos ao Lar vi a cara de
satisfação da Drª Isaura (diretora do Lar) pela nossa saída ao Coliseu do Porto
ter corrido muito bem com a organização a cargo da Drª Maria da Luz.
Filipe
de Sousa
sábado, 10 de novembro de 2012
O Dia de São Martinho
O Dia de São Martinho
Como programado realizou-se no dia 9 de Novembro de
2012 a festa de São Martinho. Como manda a lenda fomos agraciados
com um óptimo dia de sol e temperatura amena. Cumpriu-se o
verão de São Martinho.
Ao almoço foi servido Papas de sarrabulho e rojões
à minhota com o lanche castanhas com gerupiga seguido dos cânticos
do Coro do CCD interpretando:
Menina estás à janela
Rosa de Alexandria
Laranja Limão
Hino da Alegria
Após o publico ovacionar e pedir BIS. O coro
dirigido pelo Professor Tiago Ferreira interpretou o Hino do CCD.
Seguidamente e no entusiasmo da festa continuamos a
animação com um envergonhado mas participado baile de S. Martinho.
Onde as pessoas não se cansaram de bailar e cantar, tal foi o
regozijo que com a solicitação dos participantes os funcionários
aderiram ao bailarico.
Foi mais tarde bem passada…
Filipe de Sousa
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Surpreendente
Surpreendente...
Foi uma surpresa para os participante da visita, o facto do vinho Casal Garcia ser um produto da quinta da Aveleda. Um dos vinhos verdes mais vendido no mundo, que promove admiração aos visitantes pelo desconhecimento deste facto.
Foi uma surpresa para os participante da visita, o facto do vinho Casal Garcia ser um produto da quinta da Aveleda. Um dos vinhos verdes mais vendido no mundo, que promove admiração aos visitantes pelo desconhecimento deste facto.
Quinta da Aveleda
Reportagem à Quinta da Aveleda
Sentia-se um frio a tocar
os ossos, de face cinza escuros e chuva copiosa. Foi assim que o dia
8 de Novembro de 2012 se apresentou.
O grupo liderado pela Drª
Maria da Luz e coadjuvada com as professoras Adozinda Almeida e Emília Carita e 15 animados residentes do lar.
O Sr. José Luís
motorista de serviço acomodou-nos na carrinha e lá fomos nós com o
destino quinta da Aveleda situada entre o rio Douro e o rio Minho.
A morna temperatura da
carrinha criava a ilusão de segurança no meio da tempestade e assim
chegados à quinta da Aveleda foi-mos proposto a visualização de um
filme referente à empresa familiar seguido de uma prova de vinhos e
queijos.
Com os romanos fora pela
primeira vez plantada vinha no nosso Portugal. Na tradição
Germano-Celta as mulheres que previam o futuro eram apelidadas de
Velledas. Esta terá sido a morada de uma dessas tais profetisas. O
encanto deste lugar tem sido mantido pela mesma família desde há
séculos. O nome Aveleda define-se por; nosso vinho, nosso amor,
nossa vida. É uma das mais importantes empresas do sector
vitivinícola do nosso Pais e detentora das marcas: Casal Garcia,
quinta da Aveleda, Aveleda Fonte, Charamba Douro, Aveleda Follies e a
Bagaceira Adega Velha nos vinhos e queijos que nos foi dado a provar
numa salas de acolhimento a todos os sentidos. Ao passar a sala salta
á vista a grande lareira com o lenho a crepitar com uma onda de
calor, transformando o ambiente agreste do dia num aconchego difícil
de abandonar, acompanhado por queijos de várias curas, bolachas e
vinho maduro da marca Charanga (vinho de forte paladar a terra e
aromas frutuosos) rematado com a bela da castanha em celebração do
dia de São Martinho Padroeiro da região. Os vários objetos,
meticulosamente, dispersos pela sala como a espreguiçadeira, os
bancos, enfim um regalo para a vista, para as memórias e conversas
dos visitantes o dia chega ao fim com a promessa de voltar na
primavera para poder-mos apreciar os espaços exteriores.
Filipe de Sousa
Palestra sobre Habilidades sociais
desenho da professora Manuela Carneiro.
Palestra sobre Habilidades
Sociais
Realizou-se no dia 8 de
Novembro uma palestra sobre o tema Habilidades Sociais e Assertividade na sala nobre do Lar Monte dos Burgos sob a
organização da Drª Maria da Luz tendo palestrado a Drª Ana Carolina Bráz da Universidade
Federal de São Carlos, São Paulo no Brasil.
A palestra teve inicio ás 10
horas com a apresentação do tema a Assertividade em contraponto com os outros
tipos de comportamento que poderemos ter com os outros nas várias facetas das
nossas vidas: O comportamento agressivo ou passivo.
O que ganhamos com o ser
assertivos e como podemos desenvolver uma vida mais sã com tal comportamento.
Foram dados vários exemplos
de comportamentos face a circunstancias das nossas vida,( as vivências) e como
nos poderemos sair melhor dependendo da atitude que possamos tomar. O tema foi
amplamente discutido pela assembleia e a partilha de ideias frutifica.
Filipe de Sousa
sábado, 27 de outubro de 2012
Encontro entre gerações
Encontro
entre gerações
Vários utentes do Lar Monte dos
Burgos no dia 18 de Outubro de 2012 foram ao encontro entre gerações na
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto com
jovens do liceu de Alexandre Herculano alguns professores.
Onde debateram vários assuntos;
As diversas histórias de vida,
O processo de envelhecimento,
A forma como vivemos as nossas
vidas,
O diálogo de perspetiva entre
gerações (jovens e seniores).
O confronto das representações
dos contextos de cada um dos participantes, bem como a importância da experiência
da coordenadora do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre
Gerações, Dr. ª Joaquina Madeira muito nos elucidaram sobre a importância do
significado em termos nacionais e internacionais sobre o envelhecimento. É
nosso desejo, e ficou prometido voltar a reunir para novas reflexões dado que
como foi salientado por todos este encontro demonstrou-se de interesse máximo
para todos.
Francisco Oliveira
As cinco coisas de que as pessoas mais se arrependem antes de morrer
As
cinco coisas de que as pessoas mais se arrependem antes de morrer
Bronnie
Ware é uma enfermeira australiana que durante vários anos trabalhou
numa unidade de cuidados paliativos para doentes terminais. No seu
blog –Inspiration
and Chai–
compilou as cinco coisas que as pessoas à beira do fim mais se
arrependem de não ter feito.
Ware
afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua
mortalidade» e que cada indivíduo passa por uma «grande variedade
de emoções», «negação, medo, raiva, remorso, mais negação e,
eventualmente, aceitação».
Quando
questionados sobre o que gostariam de ter feito de forma diferente em
vida, os pacientes repetiam frequentementeos temas. Essas respostas
foram compiladas e deram origem ao livro 'The Top Five Regrets of The
Dying'.
Aqui
fica um resumo dos principais arrependimentos das pessoas no leito de
morte, tais como foram testemunhados por Bronnie Ware.
Quem
me dera ter tido a coragem de viver de acordo com as minhas
convicções e não de acordo com as expectativas dos outros.
«Este
é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas se apercebem de que
a sua vida esta a chegar ao fim e olham para trás, percebem quantos
sonhos ficaram por realizar. (…) A saúde traz consigo uma
liberdade de que poucos se apercebem que têm, até a perderem».
Quem
me dera não ter trabalhado tanto.
«Este
era um arrependimento comum em todos meus pacientes masculinos.
Arrependiam-se de terem perdido a infância dos filhos e de não
terem desfrutado da companhia das pessoas queridas. (…) Todas as
pessoas que tratei se arrependiam de terem passado muita da sua
existência nos ‘meandros’ do trabalho».
Quem
me dera ter tido coragem de expressar os meus sentimentos.
«Muitas
pessoas suprimiram os seus sentimentos, para se manterem em paz com
as outras pessoas. Como resultado disso, acostumaram-se a uma
existência medíocre e nunca se transformaram nas pessoas que podiam
ter sido. Muitos desenvolveram doenças cujas causas foram a amargura
e ressentimento que carregavam como resultado dessa forma de viver».
Quem
me dera ter mantido contacto com os meus amigos.«Muitas
vezes as pessoas só se apercebem dos benefícios de ter velhos
amigos quando estão perto da morte e já é impossível voltar a
encontrá-los. (…) Muitos ficam profundamente amargurados por não
terem dedicado às amizades o tempo e esforço que mereciam. Todos
sentiam a falta dos amigos quando estavam às portas da morte».
Quem
me dera ter-me permitido ser feliz.
«Muitos
só perceberam no fim que a felicidade era uma escolha. Mantiveram-se
presos a velhos padrões e hábitos antigos. (…) O medo da mudança
fê-los passarem a vida a fingirem aos outros e a si mesmos serem
felizes, quando, bem lá no fundo, tinham dificuldade em rir como
deve ser».
Encontros Intergerações
Intergerações
Na quinta – feira, dia 18 de Outubro de 2012,
fiz-me presente na sala 256 da Faculdade de Psicologia e da ciência da
Educação. A mesa como coordenadoras da palestra estava Dr.ª Joaquina Madeira,
Prof. Dr.ª Teresa Medina, e a mestranda Dr. ª Maria Cabral. A juventude
representada pelo liceu Nacional de Alexandre Herculano, noutro sector o Lar
Monte dos Burgos.
O
encontro teve como sessão inicial os seguintes oradores: o diretor da faculdade
de psicologia e de Ciências da Educação Prof. Dr. José Alberto correia e a
Coordenadora do Ano Europeu Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre
Gerações Dr.ª Joaquina Madeira; Apresentando dados sobre as diversas gerações
com os seguintes resultados. Redução da natalidade, a aumento da taxa de tempo
normal de vida para os 65 anos o efetivo na terceira idade é maior que dos
jovens. O trabalho apresentado como o trabalhar até o resto da vida ou a
reforma antecipada.
Passeando
pelos seguintes temas como o desencontro das gerações desta sociedade
individualista presente e o enfoque e endeusamento das gerações jovens a super
protecção as crianças dando o exemplo de já haver no mercado capacetes de
protecção para crianças em fase de aprendizagem da marcha, apelando por isso ao
encontro de gerações e a sua complementaridade.
Foram
também apresentados vários programas já existentes no terreno de interacção
entre gerações. Aconteceu em continuo a interpretação do nosso cancioneiro “Ò
Rama” interpretado por Prof. Indalécio Paiva. Teve patente pelas paredes do
espaço uma mostra de pinturas de vários quadrantes geracionais apresentado pela
professora Manuela Carneiro.
Vivemos
em crise por rejeitar uns e endeusar outros, com um código laboral (industrial)
desadequada à nossa realidade de sociedade da informação. As máquinas libertaram-nos
dos trabalhos pesados e da mão-de-obra intensiva. O Sr. Fausto Gandra citou
poema de sua autoria e relativo ao tema com assertiva dicção bem como a Sª D.
Maria Lurdes Anjos que levou a sala ao rubro com a sua métrica de plena melodia
e recheada com poemas de sua autoria.
Antes
do lanche e do encerramento da secção o debate foi aberto e a participação
massiva. Caminhando todas as intervenções para um ponto convergente o dos
malefícios de uma sociedade individualista e do estar só no meio da multidão.
Filipe
de Sousa -sousa.50@hotmail.com-
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Mapa do Lar Monte dos Burgos
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