segunda-feira, 14 de maio de 2012
Letra da Música Imperdoável de Jorge Palma:
Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar
Tive dois reis na mão
E não gostei
Vi catedrais no céu
Não as visitei
Vi carrosséis no mar
Mas não mergulhei
Imperdoável é o que abandonei
Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver
Imperdoável é dispensar a razão
Imperdoável é pisar quem está no chão
Imperdoável é esquecer quem bem nos quer
Imperdoável é não sobreviver
Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver
Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar
Não perdoar
Não perdoar
Não perdoar
Etiquetas:
Poesia
Local:
Porto, Portugal
Jogos Intergeracionais
JOGO DO ANEL (BABÃO OU BABONA)
Este jogo
consiste num anel enfiado numa corda e sentar os jogadores numa roda; um tem de
estar no meio e ao som duma cantiga o anel vai passando de mão em mão pelos
jogadores que prendem a corda nas duas mãos.
Objectivo: os
jogadores da roda devem tentar não mostrar por onde o anel vai passando durante
a cantiga. Quando a cantiga termina o jogador que está no meio deve bater na
mão onde julga que está o anel. Se acertar sai do meio e vai para o seu lugar;
o que não teve habilidade de esconder o anel ficará no meio da roda até acertar
em que mão fica o anel. O jogador que se encontra no meio é apelidado de Babão
ou Babona consoante seja masculino ou feminino.
JOGO DO LENCINHO
Forma-se uma roda com as mãos dadas, de pé,
e há um jogador que terá o lencinho. Ao ser cantada uma canção o jogador que
tem o lenço anda à volta da roda e terá de colocar o lenço atrás das costas de
um jogador (que está na roda) até a canção acabar. Ao ser colocado o jogador
que deixou o lenço tem de correr uma volta até ao lugar do jogador onde o
colocou; se apanhar o jogador ainda no lugar este vai para o meio da roda e
quem colocou o lenço volta de novo a ter de o colocar nas costas de outro
jogador. Se o Jogador que colocou o lencinho for apanhado antes de concluir a
volta e ocupar o lugar deixado em aberto irá para o meio da roda. A partir do
momento em que já existe um jogador no meio da roda o jogo torna-se mais
interessante pois agora quando o jogador deixa o lenço nas suas costas, este
tem de ser rápido pois terá de agarrá-lo mais rápidamente que o jogador que se
encontra no meio e correr atrás do jogador que lho deixou na tentativa de o
apanhar antes dele chegar ao seu lugar depois de correr à volta da roda para
impedir que este ocupe o seu lugar. O Jogador do meio só sai quando for mais
rápido a apanhar o lenço que o jogador a quem foi colocado o lenço atrás das
costas, ou sairá quando o jogador conseguir apanhar quem o colocou nas suas
costas antes de concluir uma volta à roda e ocupar o seu lugar, ou ainda quando
o jogador que coloca o lenço, e depois deste colocado, der uma volta à roda e
apanhar o jogador no mesmo lugar com o lenço atrás das costas.
Intercâmbio Centro Infantil Aurélia de Sousa
A Menina e a
Flor
Num
belo prado verdejante, uma menina era transportada pelo reino da imaginação.
Sonhava com a justiça, o amor, a fraternidade. Sonhava com uma utopia sagrada,
que lhe enchia a sua pequenina alma, escondendo uma grandeza imensa, especialmente,
para a idade que tinha.
Num
esplendoroso dia de primavera, o inesperado aconteceu: enquanto contemplava uma
das suas predilectas lilases açucenas, deparou-se com um acontecimento fora do
comum, que a fez estremecer.
- Olá pequenina, quão bela és tu! – Exclamou uma vozinha doce, vinda dos recônditos do seu jardim.
- Estás mesmo a falar comigo? Não posso crer! – Espantou-se a menina dos cabelos, cor de amêndoa, ao passar os seus delgados dedos pela sua desprevenida boca.
- Sim, mas por favor não temas. Quero ser tua amiga, pois sei bem o valor que tens, a pessoa maravilhosa que és.
- Estarei a sonhar, eu que sonho muito? Eu não posso estar mesmo a falar com uma flor, pois isso só acontece nos contos de fadas como me ensinou a minha querida mamã. – Balançou as palavras ao sabor do vento, que agora acompanhavam as fortes batidas do seu coração.
- Não estás a sonhar, isso te garanto eu. Queres ser minha amiga? – Perguntou a flor à menina. – Vamos passar a encontrar-nos todos os dias a esta hora, celebrando a grandeza da natureza?
- Céus, nem podem acreditar em tamanha felicidade! Quem me dera poder partilhar esta alegria imensa com todos os meninos. Neste momento, sinto-me a menina mais abençoada do mundo. Claro que quero ser a tua amiga.
- Como boas amigas, que nos tornaremos, farei com que passes a conhecer todas as solidões de uma triste e sombria flor, que aparentemente morta renasceu graças à tua singular presença. – Falou em tom amoroso a flor.
- E eu revelar-te-ei todos os meus sonhos, medos, aventuras, fazendo-te descobrir o verdadeiro significado da amizade – Chorou de alegria a menina dos cabelos, cor de amêndoa, que ao inclinar-se suavemente em direcção às coloridas pétalas da pequenina flor, julgou ter ouvido o bater de um coração, de um coração tão bom, que lhe deu logo vontade de fechar os seus olhos e sonhar com um jardim repleto de mil e uma açucenas, que lhe sussurrassem ao ouvido um: “ gosto de ti”. No entanto, não foi preciso fazê-lo, pois bastou-lhe lembrar-se de que lhe bastava uma só, precisamente aquela, para encher a sua pequenina, mas grande alma de uma eterna felicidade, que podia tocar num simples sussurro de coração a coração.
E assim se faz uma imensa amizade tecida por simples momentos, que ainda que fossem breves permaneceriam para sempre no solo das suas memórias.
- Olá pequenina, quão bela és tu! – Exclamou uma vozinha doce, vinda dos recônditos do seu jardim.
- Estás mesmo a falar comigo? Não posso crer! – Espantou-se a menina dos cabelos, cor de amêndoa, ao passar os seus delgados dedos pela sua desprevenida boca.
- Sim, mas por favor não temas. Quero ser tua amiga, pois sei bem o valor que tens, a pessoa maravilhosa que és.
- Estarei a sonhar, eu que sonho muito? Eu não posso estar mesmo a falar com uma flor, pois isso só acontece nos contos de fadas como me ensinou a minha querida mamã. – Balançou as palavras ao sabor do vento, que agora acompanhavam as fortes batidas do seu coração.
- Não estás a sonhar, isso te garanto eu. Queres ser minha amiga? – Perguntou a flor à menina. – Vamos passar a encontrar-nos todos os dias a esta hora, celebrando a grandeza da natureza?
- Céus, nem podem acreditar em tamanha felicidade! Quem me dera poder partilhar esta alegria imensa com todos os meninos. Neste momento, sinto-me a menina mais abençoada do mundo. Claro que quero ser a tua amiga.
- Como boas amigas, que nos tornaremos, farei com que passes a conhecer todas as solidões de uma triste e sombria flor, que aparentemente morta renasceu graças à tua singular presença. – Falou em tom amoroso a flor.
- E eu revelar-te-ei todos os meus sonhos, medos, aventuras, fazendo-te descobrir o verdadeiro significado da amizade – Chorou de alegria a menina dos cabelos, cor de amêndoa, que ao inclinar-se suavemente em direcção às coloridas pétalas da pequenina flor, julgou ter ouvido o bater de um coração, de um coração tão bom, que lhe deu logo vontade de fechar os seus olhos e sonhar com um jardim repleto de mil e uma açucenas, que lhe sussurrassem ao ouvido um: “ gosto de ti”. No entanto, não foi preciso fazê-lo, pois bastou-lhe lembrar-se de que lhe bastava uma só, precisamente aquela, para encher a sua pequenina, mas grande alma de uma eterna felicidade, que podia tocar num simples sussurro de coração a coração.
E assim se faz uma imensa amizade tecida por simples momentos, que ainda que fossem breves permaneceriam para sempre no solo das suas memórias.
Autora: Ana Sofia
Lemos Ribeiro
quinta-feira, 3 de maio de 2012
QUADRAS SOLTAS
Saudades quem as não tem?
Eu tenho a alma cheiinha
Hoje eu tenho saudades
De tempo que não as tinha
Quando eu era frango novo
Comia milho na mão
Ando de bico no chão
A humilde violeta
Disse um, dia á
bela rosa
Por te fazerem rainha
Não sejas orgulhosa
Eu sou SOL tu és sombra
Qual de nós será mais firme?
Eu como SOL a buscar-te
E tu como
sombra a fugir ?
Porto,3 de Maio de 2012
José
Francisco Oliveira.
A Família
Faz quatro na vida
Dos quatro fez três, a morte
Por uma folha caída
Perdido
o Trevo da sorte
Era uma Santa
Por quem sempre chorarei
Um amor igual ao dela
Nunca mais encontrarei.
Filhos, o amor de Pais
É mais profundo
Ventura para quem os tem vivos
Tristeza para quem nunca os conheceu
Saudade para quem os teve e os perdeu.
Sou homem
Tu és mulher
Qual de nós será mais firme
Eu como homem a buscar-te
Tu como mulher a fugir-me.
Porto, 30 de Abril de 2012
José Francisco Oliveira
terça-feira, 1 de maio de 2012
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